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Posições no Vôlei: Guia Completo das Funções e Responsabilidades dos Jogadores

Posições no Vôlei
Um dos esportes mais populares do mundo, o vôlei transborda emoção em quadras. Contudo, muitas vezes quem acompanha não tem a noção da real função de quem está atuando naquele momento.
São atletas que têm funções específicas e seguem orientações do treinador, mas as instruções normalmente mudam a depender do desenrolar da partida.
Assim, é possível observar algumas situações que podem causar certa estranheza.
Por isso, diante deste cenário de muitas estratégias e alterações para superar o adversário, é importante estar atento a tudo que envolve uma partida de vôlei nas quadras pelo mundo.
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As principais posições no Vôlei profissional

As principais posições no Vôlei profissional
Antes de tudo, é importante destacar que são cinco posições: levantador, oposto, ponteiro (pontas), central ou meio-de-rede e líbero.
São seis atletas para cada equipe em quadra, com cinco jogadores e um líbero.
Em alguns casos, diga-se, o líbero sai para a entrada de mais um atleta ofensivo, já que o líbero possui apenas funções defensivas.
Assim, saber as funções e instruções de cada atleta após receberem as estratégias é algo importante na experiência de quem está acompanhando uma partida de vôlei.
Neste texto, vamos te explicar tudo sobre as posições do esporte e o que isso impacta em uma partida.
Levantador
Peça fundamental para a engrenagem do time, o levantador é o responsável por coordenar as principais jogadas ofensivas de cada equipe.
São os levantadores que levantam e dão, na maioria das vezes, o último passe para o companheiro finalizar.
Por isso, diga-se de passagem, é importante que os levantadores tenham muita precisão em suas mãos, pois sem isso é impossível coordenar bons ataques da equipe.
Dentre os principais levantadores da seleção brasileira de vôlei, aliás, estão Bruninho, Ricardinho, Dani Lins e Fofão.
Oposto
O oposto é, em resumo, o atleta com maior capacidade de definição e, consequentemente, de pontuação no vôlei.
Ele atua no lado oposto ao do levantador, na tentativa de receber os passes vindo do companheiro.
O oposto, na maioria das vezes, também é chamado de bola de segurança, tendo em vista que é quem tem a maior capacidade e até mesmo melhor posicionamento em quadra para finalizar e pontuar.
É quem tira a equipe do desafogo. André Nascimento e Leila, medalhistas olímpicos vestindo a camisa da seleção brasileira, são nomes que representam bem a função de oposto.
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Ponteiro ou ponta
O ponteiro, função realizada por dois atletas em quadra, é uma função que requer habilidade tanto para defender quanto para atacar.
Isso porque os atletas que estão na posição são responsáveis pelas posições 2 e 4 em quadra: saída e entrada de rede.
Assim, são fundamentais no aspecto ofensivo, conforme citado, porém precisam ajudar também defensivamente, fazendo uma boa recepção e também dando opção para o líbero.
Um ponto importante e que está diretamente ligado ao bom desempenho dos ponteiros em quadra é a divisão deles.
É fundamental que o treinador escale um que tenha boa recepção e auxilie o líbero e outro que possua um poderio ofensivo maior.
Desta forma, com essa junção de características, o time ficará mais equilibrado e melhor distribuído em campo, pois terá nomes que possam entregar em ambas as funções exigidas.
Nomes importantes que marcaram seus nomes como ponteiro são Giba, Ana Moser, Fernanda Garay, Tander e Jaqueline, dentre outros.
Central ou meio-de-rede
Como o próprio nome já sugere, o central é aquele atleta que atua no meio da rede, em uma posição mais no centro.
Na maioria das vezes, é importante frisar, os nomes que atuam nesta posição geralmente são jogadores mais altos de uma equipe.
Assim, o central também é responsável por atacar a bola nesta posição mais central e ficar ligado nas bolas mais baixas e rápidas do levantador, a fim de explorar a altura para atacar.
Outra função importante do central e que também explora muito a altura de quem joga ali é o bloqueio.
Um bom central precisa saber bloquear e ser uma peça que incomoda o adversário atuando ali.
Lucão, Gustavo, Fabiana, Ana Paula e outros nomes importantes do vôlei brasileiro se consolidaram como centrais vestindo a camisa da seleção.
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Líbero
Por fim, mas não menos importante, vem o líbero, que tem um papel determinante para qualquer equipe.
É difícil pensar em times campeões de vôlei que não tiveram um atleta diferenciado nesta função.
A curiosidade é que a posição de líbero só foi adotada em 1998, após a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) resolver criar esta função.
Outro ponto importante é que o líbero possui um uniforme diferente dos outros atletas da equipe, já que eles possuem funções distintas em quadra.
O líbero, em resumo, é responsável pela defesa de cada equipe, sem poder atacar ou até mesmo bloquear ou sacar.
Em alguns casos, por sua vez, acaba levantando para alguém finalizar quando o levantador já participou dos três toques permitidos na jogada.
Outro ponto importante na função de líbero e que também ajuda no entendimento é que quem atua nesta posição pode trocar de lugar com outro atleta livremente enquanto a bola não estiver em quadra, sem necessariamente cumprir o rodízio estabelecido.
Assim, é comum observarmos líberos trocando de posições com os centrais que estão no fundo da quadra em alguns rodízios.
Após as mudanças, os líberos vão para lá e a situação normaliza.
Portanto, ser líbero é uma função que requer grande habilidade defensiva e também agilidade para recepcionar as investidas do adversário.
Assim, quem atua nessa posição geralmente tem uma estatura menor.
Ao longo dos anos de seleção brasileira, diga-se, alguns líberos se destacaram, vide Serginho, Maíque, Camila Brait e Fabi.
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A função do treinador
Uma boa equipe precisa de um bom treinador. E no vôlei não é diferente. Os profissionais que atuam nesta função são responsáveis por montar estratégias diferentes a depender do adversário.
Por isso, é importante que o técnico saiba das características do rival e monte uma estratégia que tente minimizar os pontos fortes do adversário desde o início do jogo.
Contudo, a condução de partida também é importante, e requer que o treinador tenha agilidade para explorar as melhores estratégias e realizar as substituições necessárias e no momento adequado.
Grandes técnicos da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho e José Roberto Guimarães fizeram história no comando do time masculino e feminino, respectivamente.